quarta-feira, 10 de junho de 2009

Viagem à Colômbia


Ainda com a ideia do mochilão no fim do ano, até comprei o famoso Guia do Viajante Independente da América do Sul para ajudar do planejamento, tive uma surpresa no final de 2008. Trabalho como assessor de imprensa na Confederação Brasileira de Futsal e tive a oportunidade de viajar com a Seleção Brasileira Sub-2o até a Colômbia para disputar o Sul-Americano.


Até então nunca tinha saído do país e achei interessante essa oportunidade. Porém, vale lembrar, que uma coisa é sair de férias, outra coisa é viajar a trabalho. É legal conhecer outro lugar, outro país, mas não deixa de ser cansativo e estressante ficar 24 dias com um grupo de jogador, onde todo dia deve-se produzir no mínimo três matérias sobre o dia a dia desse pessoal. No início é legal, mas chega nos últimos dias a vontade é desaparecer.


O local era Tunja, capital da província de Boyacá, a cerca de 200 km da capital Santa Fé de Bogotá (eu tb não sabia que Bogotá tinha esse nome). Antes disso passei 10 dias em Fortaleza, acompanhando o treinamento da Seleção no Centro de Treinamento da CBFS.


A saída foi do Aeroporto de Guarulhos. Seis horas de viagem de São Paulo à Bogotá, em uma compahia aérea colombiana, que se chama Avianca. O avião era grande (maior que os convencionais da GOL e TAM, que viajam pelo Brasil), porém era mais antigo. As comissárias também passavem longe das moças bonitas que viajam pelo Brasil, principalmente nas viagens São Paulo - Curitiba - Joinville.


Chegando a Bogotá, deu para se notar a diferença do clima assim que o avião pousou no aeroporto. Um vento mais frio já denunciava que estávamos em uma cidade a 2.600 metros de altitude. Achei o aeroporto um pouco apertado para uma capital, mas não demorou muito para irmos até o ônibus e seguir para Tunja.


No caminho reparei a diferença da paisagem. Umas vacas muito grandes e peludas (típicas da região) e uma vegetação típica de locais temperados. Outro detalhe que não pude deixar de reparar (infelizmente) é o fato da buzina ser uns instrumento bastante usado no trânsito. Nosso motorista não conseguia ficar um minuto sem buzinar para alguma coisa e sempre andando com o pé lá embaixo.


As rodovias na Colômbia são patrulhadas pelo exército colombiano devido às investidas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Nesse caminho conheci a Marissol, que trabalhava na Federação Colombiana de Futebol e seria nossa guia durante todo o evento. Tive dificuldade para entender o que ela dizia, mas com o tempo o ouvido foi se acostumando ao espanhol e a compreensão ficou mais fácil.

4 comentários:

  1. Entãooooo!!! Assim começa a saga de Roberto Toledo.rss Que o mundo esteja sempre aos seus pés, amigo, sempre.

    ResponderExcluir
  2. O nome dessa porcaria deveria ser "o MUNDO AOS MEUS PES", NAo o meu, mas o seu. Entendeu? tratante

    ResponderExcluir
  3. "O nome dessa porcaria deveria ser "o MUNDO AOS MEUS PES", NAo o meu, mas o seu. Entendeu?"

    rarararararararara

    Alguém concorda comigo! hauahauhauahauah

    ResponderExcluir
  4. Esse é o Roberto... atenção especial à beleza das comissárias e às vacas peludas rsrsrsr

    Resolve aí...o mundo vai ficar aos pés de quem mesmo???

    ResponderExcluir